
Centro Português de Fotografia
Centro público de fotografia na antiga Cadeia e Tribunal da Relação, com exposições, a coleção de câmaras de António Pedro Vicente e entrada gratuita.
Ouvir apenas secções individuais
Sobre o museu
O Centro Português de Fotografia foi criado em 1997 pelo Ministério da Cultura, na sequência de um grupo de trabalho de 1996, com sede na antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto. As salas de exposição do rés-do-chão foram usadas a partir de dezembro de 1997; o edifício só foi ocupado por inteiro em 2001, depois de restaurado e adaptado pelos arquitetos Eduardo Souto Moura e Humberto Vieira. Desde 2007 está integrado na Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
O edifício começou a ser construído em 1767, segundo o risco do arquiteto Eugénio dos Santos e Carvalho, e alojou o Tribunal e a Cadeia da Relação. Aí estiveram presos, entre outros, Camilo Castelo Branco, Ana Plácido e José do Telhado.
O centro guarda a Coleção Nacional de Fotografia e uma coleção de câmaras e equipamento fotográfico. Para os visitantes mostra exposições temporárias, o Núcleo Museológico António Pedro Vicente, com cerca de 600 equipamentos, e a Sala da Memória, que evoca a antiga cadeia.
Destaques
- Núcleo Museológico António Pedro Vicente, com cerca de 600 câmaras e equipamentos fotográficos
- Sala da Memória, na antiga Sala das Mulheres da cadeia
- Cela onde esteve preso Camilo Castelo Branco
- Exposições temporárias de fotografia
- Entrada gratuita
- Edifício reabilitado por Souto Moura
Exposições permanentes
- Núcleo Museológico António Pedro Vicente – A história da fotografia contada por cerca de 600 câmaras e equipamentos, de construtores ingleses, franceses e alemães a marcas como Kodak, Leica ou Hasselblad.
- Sala da Memória – Antiga Sala das Mulheres da cadeia, com painéis sobre o local, os presos célebres e a relação entre fotografia e sistema judiciário.
- Fundação
- 1997
- Entidade gestora
- Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB)
Preços dos bilhetes e descontos
A entrada é gratuita.
Entrada gratuita.
Acessibilidade
- Acessível em cadeira de rodas: sem informação
- Elevador: sem informação
- Casa de banho adaptada: sem informação
- Estacionamento para pessoas com deficiência: sem informação
- Cães de assistência permitidos: sem informação
- Maquetas táteis / recursos táteis: sem informação
- Visitas guiadas em língua gestual: sem informação
- Materiais em leitura fácil: sem informação
- Audiodescrição: sem informação
O centro disponibiliza um «Percurso Acessível», documento que identifica os espaços do antigo edifício da cadeia acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida. Só são permitidos cães de assistência.
Crianças e famílias
O museu não publicou informações sobre este tema.
Como chegar e estacionamento
De transportes públicos
Cordoaria
Metro: estações Trindade (todas as linhas), Bolhão (todas as linhas exceto a amarela) e Aliados ou São Bento (linha amarela). Autocarros: paragem Cordoaria (200, 201, 207, 208, 301, 303, 305, 501, 507, 601, 602, 703, 801, ZM) e paragem no Carmo (18, 22, 200, 201, 207, 208, 300, 302, 304, 501).
Serviços e restauração
- Loja do museu
- Bengaleiro
Loja do centro e serviço de bengaleiro.
Eventos e aluguer de espaços
O museu não publicou informações sobre este tema.
Planeie a sua visita
| Visitas guiadas | sim |
|---|---|
| Informações úteis | As visitas de grupo, livres ou guiadas, exigem marcação prévia; as visitas livres não agendadas podem ter de esperar no exterior. A visita guiada pede-se por formulário enviado para mail.cpf@cpf.dglab.gov.pt. |
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