
Museu Pio XII
Museu de arqueologia e arte sacra da Arquidiocese de Braga, no antigo Colégio de São Paulo, com a Galeria Henrique Medina e a Torre Medieval.
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Sobre o museu
O museu foi fundado em 1957 pelo cónego Luciano Afonso dos Santos, professor e reitor do Seminário Conciliar de Braga, para expor as suas coleções de arqueologia e de arte sacra. Deu-lhe o nome do papa Pio XII e instalou-o no edifício do seminário, no antigo Campo de Santiago.
O edifício foi o Colégio de São Paulo, construído em 1531 e entregue aos jesuítas entre 1560 e 1756; tornou-se seminário diocesano em 1882. Em 1968, sondagens arqueológicas no claustro revelaram um edifício romano, o que reforçou a ligação do museu à história da antiga Bracara Augusta. Em 1984 nasceu o Museu Henrique Medina, a partir do legado do pintor à Arquidiocese de Braga, hoje integrado no circuito do Museu Pio XII como galeria de arte. A remodelação inaugurada em 2002 trouxe também a Torre Medieval, a Torre de Santiago, uma das torres da cerca medieval de Braga.
As coleções incluem arqueologia (punhais, cerâmica, um dólio, moedas, menires, marcos miliários e sarcófagos) e arte sacra, com escultura desde o século XIV, pintura, têxteis litúrgicos e ourivesaria, como cálices e custódias. O museu integra a missão do Instituto de História e Arte Cristãs da Arquidiocese de Braga.
Destaques
- Uma Luz brilhou nas trevas, exposição permanente de arqueologia e arte sacra
- Galeria Henrique Medina com retratos, paisagens do Minho e desenhos
- Torre Medieval (Torre de Santiago) com oratório do final do barroco
- Galeria dos Arcebispos
- Coleção de ourivesaria e escultura sacra desde o século XIV
Exposições permanentes
- Uma Luz brilhou nas trevas – Exposição permanente de arqueologia e arte sacra, com peças desde a Pré-História e a época romana até à escultura, pintura, têxteis e ourivesaria religiosas.
- Galeria Henrique Medina – Cinco salas com obras do retratista Henrique Medina: retratos, naturezas-mortas, paisagens do Minho, nus e desenhos.
- Torre Medieval – A Torre de Santiago, parte da antiga cerca medieval de Braga, com um oratório do final do barroco.
- Fundação
- 1957
- Entidade gestora
- Arquidiocese de Braga – Instituto de História e Arte Cristãs
Preços dos bilhetes e descontos
| Adultos | 4 € |
|---|---|
| Crianças e jovens | gratuitogratuito até aos 11 anos · Crianças com menos de 12 anos, acompanhadas por um adulto pagante, têm entrada gratuita. |
| Estudantes e formandos | 2 €Alunos em visita escolar pagam 2 € por aluno; os professores acompanhantes entram gratuitamente. |
| Grupos (a partir de 10 pessoas) | –Grupos de pelo menos 10 adultos beneficiam de um desconto de 50 %. Os grupos têm no máximo 30 pessoas e têm de ser acompanhados por um guia. |
| Exposição permanente «Uma Luz brilhou nas trevas» | 2 € |
| Galeria Henrique Medina | 2 € |
| Torre Medieval | 2 € |
| Audioguia (aplicação para telemóvel) | 1 €Suplemento sobre o bilhete de entrada |
Entrada gratuita: Entrada gratuita no Dia Internacional dos Museus.
O bilhete de 4 € dá acesso a todos os espaços; também se podem comprar bilhetes de 2 € para cada espaço. As exposições temporárias custam normalmente 2 €, mas algumas são gratuitas. O pagamento faz-se só em numerário.
Acessibilidade
O museu não publicou informações sobre este tema.
Crianças e famílias
| Bilhete de criança | gratuito até aos 11 anos |
|---|
- Acesso com carrinho de bebé
- Festas de aniversário para crianças
São permitidos carrinhos de bebé; o museu organiza festas de aniversário e tem serviço educativo.
Como chegar e estacionamento
De transportes públicos
Autocarros urbanos TUB, nomeadamente a linha 41 (Circuito Urbano II) e a linha 14. A estação de comboios de Braga fica a cerca de 1 km do centro da cidade.
De carro
Há vários parques de estacionamento na cidade, alguns no centro.
De carro, a partir da A3 sai-se na saída 8 (Braga–Celeirós) e, a partir da A11, nas portagens de Braga–Barcelos; depois seguem-se as indicações para o Estádio e, após a rotunda do Braga Parque, toma-se a primeira à direita.
Planear o percursoServiços e restauração
- Bengaleiro
Malas grandes, mochilas, guarda-chuvas e instrumentos musicais têm de ficar na receção.
Eventos e aluguer de espaços
O museu não publicou informações sobre este tema.
Planeie a sua visita
| Visitas guiadas | sim |
|---|---|
| Audioguia | sim |
| Programas para escolas | sim |
| Fotografia | Fotografia pessoal e não comercial permitida, sem flash; não são permitidos tripés nem varas extensíveis. |
| Informações úteis | Os grupos devem marcar a visita por telefone ou correio eletrónico para lhes ser atribuído um guia; têm de ter entre 10 e 30 pessoas. Para desenhar nas salas é preciso pedir autorização na receção (permitidos lápis e blocos; não são permitidas canetas, tintas nem cavaletes). |
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